Cirurgia Micrográfica de Mohs

Maior segurança no tratamento do Câncer de Pele, preservando uma área maior de pele saudável ao redor do tumor.

CIRURGIA MICROGRÁFICA DE MOHS

É um tipo especial de cirurgia dermatológica indicada para alguns tumores (cânceres) específicos da pele.

Está cientificamente comprovado que a cirurgia micrográfica de Mohs traz um duplo benefício

Maior
índice
de cura

Melhores 
resultados 
estéticos

Permite preservar
 maior quantidade
de pele saudável
Anestesia local e, 
na maioria dos casos, não 
requer internação hospitalar
Diminuição da cicatriz 
e melhor tempo de 
recuperação do paciente
A cirurgia de Mohs também pode ser indicada para casos de carcinomas basocelulares onde se busca preservar o máximo possível de pele sadia, como na região das pálpebras, orelhas e glande.
  • Carcinomas espinocelulares ou de células escamosas
  • Carcinomas basocelulares com risco aumentado para recidivas
  • Dermatofibrossarcoma protuberans e outros tipos mais raros de tumores de pele

Dr. André Pessanha

CRM: 131269 | RQE: 33370
  •  Professor de Cirurgia Dermatológica na Universidade de Mogi das Cruzes
  •  Especialização em Cirurgia Dermatológica Avançada e Cirurgia de MOHS pela Universidade Faculdade de Medicina do ABC
  •  Médico colaborador do Hospital Padre Bento
  •  Especialização em Cirurgia Micrográfica de Mohs - Faculdade de Medicina do ABC
  •  Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)
  •  Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica(SBCD)
  •  Especialista em Dermatologia pela SBD
  •  Graduação em Medicina pela Santa Casa de São Paulo

2020
Biópsia excisional do carcinoma basocelular primário e bem delimitado diagnosticado pela clínica e dermatoscopia: acurácia diagnóstica e terapêutica Pessanha AC. 
Silveira R; Chu FH; Costa BSSC; Carneiro MCB; Yoshii MS. Surg Cosmet Dermatol. Rio de Janeiro v.12 (2): 101-8. 

2018
Índice Diagnóstico de Neoplasia Cutânea em Campanha de Combate ao Câncer da Pele em serviço dermatológico no interior do estado de São Paulo. 
Silva LC; Pessanha AC; Saito DT; Mota IC; Steiner D. Surg Cosmet Dermatol 2017; 9 (3): 224-4. 

2017 
Análise do índice de acurácia diagnóstica e terapêutica baseadas na dermatoscopia do câncer da pele não melanoma
Zambuzzi IM, Vidal CHL, Pessanha ACAF. Surg Cosmet Dermatol 2017; 9 (3): 224-4. 

Cutaneous Field Cancerization on a Vitiligo area. 
Cara LF, Fowler JA, Pessanha ACAF, Steiner D. Silva FR. J Cosmo Trichol 2017, 3:2. 

2016 
Cirurgia Micrográfica de Mohs: análise de 39 casos. 
Gatti EF, Pessanha ACAF, Steiner D, Miquelin GM, Colferai MMT, Marques CC. Surg Cosmetic Dermatol 2016; 8 (3): 217-22. 

2015 
Granuloma piogênico simulando tumor maligno de couro cabeludo. 
Signor KC, Souza LG, Steiner D, Pereira PF, Pessanha AC, Soufen MA. Surg Cosmet Dermatol 2015; 7 (4): 361-8 

Reconstrução de ferida cirúrgica do lábio inferior com retalho de Abbe após cirurgia de Mohs para carcinoma espinocelular. Pessanha ACAF, Terzian LR, Ferrara F. Surg Cosmet Dermatol 2015; 7 (3 Supl 1): S47-9. 

2013 
Estudo comparativo do tratamento de ceratoses actínicas extensas com peeling de ácido glicólico + 5-fluoracil x criopeeling. 
Dini LY, Stangarlin C, Pessanha ACAF. Surg Cosmetic Dermatol 2013; S (1): 52-4. 

2011 
Você conhece esta síndrome? 
Steiner D, Pessanha ACAF, Feola C, Silva FAM, Bialeski N, Buzzoni CAB. An Bras Dermatol 2011 ; 86 (1): 165-6.

Melasma e LASER fracionado não ablativo (1540 nm): um estudo prospectivo. 
Steiner D, Buzzoni, CAB, Silva FAM, Pessanha ACAF, Boeno ES, Cunha TVR. Surg Cosmetic Dermatol 2011; 3 (1): 37-40 

2010 
Estudo comparativo entre blefaropeeling e LASER fracionado de CO2 no tratamento do rejuvenescimento periorbital.
 Silva FAM, Steiner D, Steiner TA, Pessanha ACAF, Cunha TVR, Boeno ES. Surg Cosmetic Dermatol 2010 ; 2 (2) : 93-7. 

2009 
Estudo de avaliação de eficácia do ácido tranexâmico tópico e injetável no tratamento do melasma. 
Steiner D, Feola C, Bialeski N, Silva FAM, Pessanha ACAF, Addor FAS, Folino BB. Surgical & Cosmetic Dermatology 2009 ; 1(4): 174-177.

2019 
Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica
Princípios da Reconstrução – apresentação de fatores anatômicos e técnicos para se fechar uma ferida após a remoção de um câncer de pele 

2018 
Curso de Cirurgia Dermatológica - Santa Casa de São Paulo 
Técnicas de suturas e fios apropriados 

Grupo Brasileiro de Melanoma
Dermatoscopia correlacionada à histopatologia

Vitória - ES 
Indicações da Cirurgia Micrográfica de Mohs para preservação funcional e estética da face 

Congresso Ibero-latinoamericano 
Função e estética aliados à cura oncológica

Asa nasal: pequenos defeitos e grandes soluções 

Congresso Brasileiro de Dermatologia
Reconstrução do nariz após remoção de câncer da pele neste local - essa região é sempre um desafio para o cirurgião 

Sarcoma pleomórfico indiferenciado: relato de caso e revisão da literatura

Jornada comemorativa da Dermatologia do Hospital Padre Bento 
Oncologia cutânea: tumores raros 

Jornada Dermatológica Paulista (Santos)
Prof. convidado para discutir caso de cirurgia do couro cabeludo e unhas encravadas 

Mini-meetingdo Laboratório ACHÉ: Speaker convidado 
Estudo de Untral (biotina da ACHE) no tratamento de unhas frágeis 

Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica
Curso prático pré-congresso com demonstração cirúrgica em vídeo "Retalhos e enxertos faciais e complicações" 

2016
Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica 
Carcinoma espinocelular extenso na face tratado com técnica dupla 

Vitamina D e Fotobiologia 

Congresso Brasileiro de Dermatologia 2015
Perfil da Cirurgia Micrográfica de Mohs no Brasil 

Simpósio de Oncologia Cutânea 
Apresentação sobre a subutilização da Cirurgia de Mohs no Brasil

2014
Congresso Médico Universitário Universidade de Mogi das Cruzes 
Câncer de Pele 

Curso itinerante do Grupo Brasileiro de Melanoma (GBM) - São José dos Campos
Melanoma: aspectos clínicos

Curso Introdutório à Liga de Dermatologia e Cosmiatria da Universidade de Mogi das Cruzes 

Câncer de Pele: Enxertos e retalhos 

Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica 
Monitor: Anatomia aplicada à Cirurgia Dermatológica 
Aula: Bloqueios anestésicos

2018
Cirurgia oncológica
Tumor extenso temporal: sucesso terapêutico e reconstrutivo e a prova real da temida complicação do ramo temporal 

Carcinoma basocelular na asa nasal: otimizando o tratamento e a reconstrução 

Reconstrução de interdígito de pododactilo com enxerto de pele total: o princípio da concavidade 

Áreas côncavas são favoráveis para a pega de enxertos de pele

Melhora da qualidade de vida com tratamento de carcinoma espinocelular malar e retalho de mustarde

Retalho pediculado em ilha nasal para defeito alar

2017
26ºEuropean Academy of Dermatology and Venereology - Geneva Suiça 
Clinical exuberance of multiple familial trichoepiteliomas: report of two cases 

72º Congresso Brasileiro de Dermatologia
Melanoma 

29º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica
Ressecção ampla de Carcinoma Espinocelular Invasivo em lóbulo de orelha com reconstrução: Relato de caso 
Cirurgia oncológica 

Serviço Dermatológico Universitário de uma Cidade no Interior de São Paulo
Índice Diagnóstico de Neoplasia Cutânea em Campanha de Combate ao Câncer da Pele Epidemiologia oncológica 

29º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica São Paulo 
Transplante de melanócitos no Piebaldismo, relato de caso 
Vitiligo

29º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica Análise do índice de acurácia diagnóstica e terapêutica baseadas na dermatoscopia do câncer da pele não melanoma 
Cirurgia oncológica 

2016
Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica 
Correção de cicatriz com técnica cirúrgica

2013
25º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica 
Curetagem versus eletrocoagulação em queratose seborreica plana 
Cirurgia dermatológica básica

Outros Procedimentos Dermatológicos

São cicatrizes que não param o processo de cicatrização. Caracteristicamente são vermelhos, duros, volumosos e podem coçar. 

Localização:
Geralmente surgem mais nas costas, ombros, tórax, pescoço e orelhas.

Tratamento:
É personalizado, pois depende da localização e do volume da lesão e também pode ocorrer uma combinação de terapias como: infiltração de corticoesteróide, remoção cirúrgica e laser.

Aumento de volume do nariz, devido à proliferação das glândulas sebáceas. Tende a surgir a partir dos 50 anos e causa desconforto não só estético, mas também devido à inflamação que causa erupções de nódulos e dor local.

Tratamento:
Um dos possíveis tratamentos é a eletrocirurgia.

São nodulações benignas por baixo da pele. Sua causa é genética e os traumas na pele podem ser fatores que os desencadeiam.

Na maioria dos casos são mais palpáveis do que visíveis, podem apresentar grandes dimensões ou causar dor por comprimirem certos nervos.

Tratamento:
O tratamento é a remoção cirúrgica.

São manchas amareladas que surgem nas pálpebras superiores ou inferiores.

Pode ser genética ou causada por elevação de colesterol e triglicérides, ou ainda, devido ao tabagismo.

A cirurgia é o método preferencial, pois abrange a remoção da pigmentação mais profunda.

Têm a aparência de uma bolinha levemente endurecida, aparece principalmente ao redor dos olhos e na parte superior da bochecha e normalmente ocorrem depois da puberdade.

As opções de tratamento são: cauterização química, eletrocoagulação, dermoabrasão, laser ou retirada cirúrgica das lesões.

Sua aplicação pode ser feita para rugas de expressão, hiperidrose, entre outros. A ação da toxina botulínica inicia-se após 48 horas da aplicação e atinge o resultado máximo em até 15 dias.

Algumas indicações:
Rugas na testa; Rugas entre as sobrancelhas; Levantamento do canto da boca; Pés-de-galinha; na área dos olhos; Levantamento das sobrancelhas; Diminuição do sorriso gengival; Diminuição do excesso de suor nas axilas, mãos e pés.

Preencher um sulco, definir contornos ou ainda, volumizar uma face que esteja flácida, com produtos específicos.

Algumas indicações:
Olheiras; Lábios; Bigode Chinês; Maçãs do rosto; Contorno facial.

Doença de pele crônica inflamatória, mais frequente em mulheres após a puberdade e se caracteriza pelo surgimento de lesões inflamadas, dolorosas, como nódulos, ou caroços e podem evoluir com abertura e drenagem de pus. Uma mesma lesão, pode inflamar e desinflamar várias vezes no mesmo local e com o tempo, vão surgindo novas lesões ao lado das antigas que podem gerar cicatrizes.

Acomete preferencialmente algumas áreas da pele como as axilas, região das mamas, virilha, genital e glútea.

Localização:
Prescrição de antibióticos em cremes, via oral, sendo que, em algumas mulheres, o uso de anticoncepcionais pode ajudar.

As lesões crônicas, associadas a cicatrizes, frequentemente, precisam ser tratadas cirurgicamente e, em casos mais graves, podem ser utilizados medicamentos imunossupressores.

Nódulo semelhante a um caroço, da mesma cor da pele, esbranquiçado, ou amarelado, seu é tamanho variável e pode ser único ou múltiplo, tem consistência dura, elástica, com flutuação ou pus quando inflamado. Ocorrem em qualquer idade, são benignos e mais comuns na face, pescoço e tronco. Ocasionalmente, provocam dor e têm coloração avermelhada.

Tratamento:
A remoção cirúrgica é indicada para os cistos com mais de um centímetro e realizada em consultório com anestesia local.

Cistos com menos de um centímetro podem ser tratados sem cirurgia, porém o acompanhamento médico é fundamental.

É uma inflamação causada pelo crescimento de parte da unha em direção à pele. Costuma surgir no primeiro dedo, o conhecido dedão do pé.

O granuloma piogênico, popularmente conhecido como “carne esponjosa” é uma complicação da unha encravada, que além de provocar dor e sangra facilmente. O tratamento é feito pelo dermatologista no consultório, com aplicações de ácidos ou crioterapia e antibioticoterapia tópica domiciliar. Caso isso não resolva, a cirurgia é indicada.

A cirurgia de blefaroplastia é indicada para quem tem excesso ou flacidez de pele nas pálpebras, bolsas de gordura na pálpebra inferior e ptose.

Ela pode ser estética (rejuvenescimento) ou de correção e sua finalidade é remover o excesso de pele das pálpebras superiores e/ou inferiores.

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"Tratamento de quelóide na orelha. Fiquei muito satisfeita, excelente resultado. Médico muito atencioso, superindico.”

Miriam Lima

"Muito satisfeita com o procedimento que realizei. Dr. André é um excelente profissional, dedicado e muito atencioso"

Arnaldo da Silva

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